Projeto Paladar Internacional reúne chefs latino-americanos e caribenhos no Pátio Brasil

O fim de semana foi marcado pela realização da primeira edição do festival Paladar Internacional, que aconteceu no Shopping Pátio Brasil e aproximou a cultura de países latino-americanos e caribenhos ao público da capital federal. O evento contou com aulas-show de pratos típicos, uma feira cultural com estandes dos países participantes, além de networking com personalidades da gastronomia da cidade.

O Paladar Internacional é fruto de uma parceria entre a Fecomércio-DF, o Senac-DF, a Secretaria de Relações Internacionais, o Pátio Brasil Shopping e 11 embaixadas, com apoio do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar).

Na sexta-feira (8), o público pôde conhecer os pratos típicos de Cuba, Peru, República Dominicana, Barbados e El Salvador. No domingo foi a vez do Chile, Bolívia, Paraguai, Equador, Argentina e México.

O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), Jael Antônio da Silva, disse que é muito importante ter o Sistema Fecomércio-DF, Sesc e Senac envolvidos em projetos para o crescimento do setor gastronômico de Brasília, realizando ações e oferecendo cursos e capacitações para o setor. Segundo Jael, o objetivo é transformar Brasília no terceiro mais importante polo gastronômico do Brasil.

“Nós temos o objetivo, não só do Sindhobar, mas de todo o setor turístico, que é transformar Brasília no terceiro polo gastronômico do Brasil. Nós já estamos trabalhando nesse sentido. Ainda temos muito trabalho pela frente, por isso, é importante contar com o Sistema Fecomércio-DF, Sesc e Senac. Nós temos isso como uma meta que vamos alcançar. E essas pessoas, que estão sendo formadas, irão contribuir para que isso ocorra e, daqui para frente, teremos mais turmas, mais técnicos especializados e é isso que a nossa capital está precisando”, afirmou o presidente do Sindhobar, Jael Antônio da Silva.

O presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, ressaltou que a parceria é uma ótima oportunidade para difundir a um público diversificado a cultura e a gastronomia desses países, além de aproximá-los ao Sistema Fecomércio, empresários e governo local. “A iniciativa permite um intercâmbio entre o setor produtivo e as representações dos países, fomentando cursos de capacitação de profissionais da gastronomia”.

O diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, destacou que a instituição incluiu no portfólio de 2024 os cursos de Cozinha Latino-Americana, com 60 horas, e Cozinha Caribenha, com 40 horas. “Em 18 de março, o Senac-DF iniciará a primeira turma do curso Cozinha Latino-americana e em 22 de abril começam as aulas do curso Cozinha Caribenha. Durante o evento, os interessados poderão fazer matrícula nesses cursos pessoalmente. Teremos um espaço exclusivo para isso” afirma.

A conselheira da embaixada da República Dominicana, Rosanna Polanco, salientou que o evento foi uma forma das pessoas conhecerem a cultura e até mesmo sentirem a familiaridade dos povos latino-americanos. “É uma oportunidade para o nosso país fazer uma ponte cultural e gastronômica, misturando culturas. Além disso, é um momento para as pessoas conhecerem a República Dominicana, que hoje vive praticamente do turismo.”

A estudante de gastronomia Manuela Lira assistiu às aulas e experimentou os pratos típicos dos países. Ela disse que os ensinamentos serão muito importantes para o futuro profissional. “Foi bem legal a iniciativa que nos dá a oportunidade de conhecer a culinária internacional. A comida estava muito gostosa e como eles explicaram a forma de preparo vou até tentar fazer em casa”, ressalta.

Fonte: www.fecomerciodf.com.br / Fotos: Cristiano Costa – Fecomércio-DF

Sindhobar realiza encontro com empresários do setor

O Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar) realizou, nesta quarta-feira (22), uma ação com empresários do setor de restaurantes, hotelaria, bares, lanchonetes e similares, com o objetivo de levar informações sobre as ações que o Sindicato tem realizado em prol do setor.

As pessoas presentes tiveram oportunidade de ouvir um pouco sobre as ações que o Sindhobar tem com os parceiros, como a cobrança de imposto sobre a gorjeta, tributação sobre os valores retidos pelos aplicativos, ICMS – ST, que visa retirar da base de cálculo dos 2% do regime especial, os valores das vendas dos produtos sujeitos à tributação no regime de substituição tributária, também em relação ao ICMS antecipado, que visa afastar a obrigatoriedade do pagamento do ICMS exigido de forma antecipada nas aquisições de fora do DF.

Também foram debatidos temas como “Planejamento tributário e societário para empresas: riscos e oportunidades, decisão do STF sobre folgas quinzenais para mulheres, Refis e Perse”.

O presidente do Sindhobar, Jael Antônio da Silva, disse que todas as medidas tomadas pelo Sindhobar e sua diretoria afetam o bolso do empresário gerando economia e que é muito importante o apoio de todos. Ele também destacou a importância da Fecomércio e do Sistema S para o setor.

O secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, que também estava presente no evento, falou sobre as ações que a pasta está fazendo para movimentar a cidade e trazer mais turistas para gerar emprego e renda para o setor.

O presidente da Fecomèrcio-DF, José Aparecido, lembrou da importância do Senac na capacitação das pessoas. “Temos vagas, mas não temos profissionais qualificados”, ressaltou.

O diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo, falou do importante trabalho que o Sesc realiza, principalmente com pessoas de baixa renda. Ele ressaltou ainda, a importância da iniciativa do Sindhobar e que apoiar eventos como esse, é apoiar a geração de emprego e o crescimento do comércio. Já o diretor regional do Senac, Victor Corrêa, deu um panorama das ações que a instituição realiza em prol da população.

Estiveram presentes, cerca de 100 pessoas entre presidentes de sindicatos, empresários, donos de restaurantes, lanchonetes, bares e hotéis, além de pessoas interessadas em conhecer o setor e os serviços oferecidos pelo Sindhobar.

Presidente do Sindhobar participa de encontro com empresários do DF

O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), Jael Antônio da Silva, participou nesta quinta-feira (09), do almoço-debate promovido pelo Lide Brasília, no Lago Sul.

O encontro contou com a presença do ministro Ives Gandra Martins Filho, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que fez uma palestra com o tema “Segurança jurídica nas relações trabalhistas”. Ele fez uma análise das contradições em torno de questões fundamentais do País.

Durante sua fala, o ministro lembrou daquilo que chamou de pandemia do ativismo judiciário, questionando as regras na área trabalhista, se são claras ou não para os empresários e ressaltou que não se pode julgar de acordo com a vontade de cada um, e sim, de acordo com a Lei. “Temos que defender a legalidade e o legalismo. Defender a lei positiva perante o Judiciário. Que se cumpra a Lei, e não a vontade de cada julgador”, ressaltou o ministro Ives Gandra Martins Filho.

O presidente do Sindhobar, Jael Antônio da Silva, que também discursou durante o encontro, ressaltou a importância da palestra do ministro, que, segundo Jael, acendeu uma chama na escuridão, do ativismo do judiciário, que é responsável por trazer ainda mais insegurança jurídica para os empresários, principalmente para o segmento do setor de hospedagem e alimentação fora do lar. “A pandemia sanitária que arrasou e massacrou o setor de hotéis, restaurantes, bares e similares, vive agora a pandemia do judiciário”, afirmou Jael Antônio da Silva.

O Presidente do Lide Brasília, o empresário Paulo Octávio afirmou,durante o encontro, que um dos maiores males do Brasil é a constante mudança nas leis brasileiras, e que a iinsegurança jurídica dificulta a geração de empregos.”, disse. Para Fernando Cavalcanti, anfitrião do encontro, a palestra era um momento especial para empresários e autoridades discutirem a cidade e o País.

O encontro contou com a presença de empresários, dirigentes de entidades patronais e autoridades, como os secretários Agaciel Maia (Relações Institucionais), Cristiano Araújo (Turismo) e Itamar Feitosa (Fazenda); os deputados federais Gilvan Máximo (Republicanos-DF) e Paulo Fernando (Republicanos-DF); e a deputada distrital Paula Belmonte (Cidadania).

Com informações do site www.foconacional.com.br / Foto: www.foconacional.com.br

Lei estabelece afixação de cartazes explicando Manobra Heimlich

De acordo com a Lei 6.258, de 18 de janeiro de 2019, ficou instituída, no Distrito Federal, a obrigatoriedade de afixação, em restaurantes, lanchonetes, praças de alimentação de centros comerciais, shopping centers e estabelecimentos similares, de material publicitário de interesse do consumidor, que demonstre a aplicação da manobra da vida ou manobra de Heimlich (compressão abdominal), empregada para desobstruir rapidamente as vias respiratórias.

O engasgo é uma manifestação do organismo para expelir alimento ou objeto que toma um “caminho errado”, durante a deglutição (ato de engolir). É considerado uma emergência e, em casos graves, pode levar a pessoa à morte por asfixia ou deixá-la inconsciente por um tempo. Sendo assim, agir rapidamente evita complicações.

Diante disso, segue link para que os estabelecimentos possam baixar o cartaz (baixe aqui em PDF no formato A3) para impressão e fixação nos estabelecimentos que ainda não possuem o mesmo exposto. Para garantir a visibilidade da informação pelo consumidor, o material deve ser afixado em local visível e em número compatível com as dimensões do estabelecimento.

O descumprimento do disposto nesta Lei, sujeita os estabelecimentos comerciais a multas, previstas no artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.

Empréstimo com garantia de imóvel

O Sindhobar engajado na melhoria continuada na inovação e na implementação de novas alternativas e benefícios para seus sindicalizados, firma uma parceria com o correspondente imobiliário R Costa Negócios Financeiros com o objetivo de viabilizar o .

O que a parceria proporcionará como solução financeira para o sindicalizado:

  • Empréstimo para pessoa física ou para pessoa jurídica, mesmo com restrições no mercado financeiro;
  • Taxa de juros efetiva mais acessível com relação a qualquer outra modalidade de empréstimo no banco;
  • Prazo em até 20 anos, com 3 (três) meses de carência para pagamento da primeira parcela;
  • Limite do empréstimo de até 50% do valor avaliado do imóvel;
  • Dispensa daqueles requisitos rigorosos para comprovação de renda a análise do crédito será baseada na garantia do imóvel, desburocratizar o serviço para atendê-lo com mais eficiência.

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Empresários poderão pedir isenção de impostos por meio do PERSE

O SINDHOBAR – SINDICATO PATRONAL DE HOTÉIS, RESTAURANTES, BARES E SIMILARES DE BRASÍLIA, representado por seu presidente, Jael Antônio da Silva, comunica a seus filiados que obteve decisão liminar (provisória) na Justiça Federal, para que as empresas possam se utilizar da alíquota zero prevista para alguns tributos elencados na Lei do PERSE (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos).

Saiba mais no PDF em anexo:

Estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas têm novo horário de funcionamento

Foi publicada nesta terça-feira (19), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a Ordem de Serviço nº 128, da Administração Regional da Ceilândia, que discorre que todos os estabelecimentos comerciais sediados na região de Ceilândia, que comercializam bebidas alcoólicas, passarão a obedecer a um novo horário de funcionamento.

Fica estabelecido que, de domingo à quarta-feira, o horário limite para o funcionamento vai até a meia noite, e de quinta à sábado, o limite vai até às 2h, além das regras relacionadas à poluição sonora e à venda de bebidas alcoólicas na proximidade de escolas e hospitais.

Confira abaixo!

Orientações para a Prevenção da Transmissão do Novo Coronavírus – COVID-19 Durante a Reabertura de Bares, Restaurantes e Outros Serviços de Alimentação para o Atendimento a Clientes no Distrito Federal

Folha de Águas Claras- Restaurantes e Bares Agonizam

Na esteira da crise causada pela pandemia do coronavírus, um dos setores mais impactados é o de bares e restaurantes. Mesmo com a retomada gradual autorizada pelo governo das atividades econômicas no Distrito Federal, o segmento continua sem perspectivas de reabertura, por causa do risco de aglomeração. Alguns continuam sobrevivendo do delivery, mesmo assim com retorno insuficiente para cobrir os custos sem necessidade de demissão de funcionários. O estrago é grande e vai piorar se o atendimento presencial não for autorizado ainda em junho. Levantamento do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar-DF) indica que cerca de 400 estabelecimentos de médio e grande porte fecharam as portas definitivamente no Distrito Federal, com demissão de mais de 30 mil funcionários. E a curva pode subir em até 100 fechamentos por semana, se providências urgentes não forem tomadas para o reinício das atividades.
Em Águas Claras, a situação é o espelho do restante do DF. Os principais bares e restaurantes da cidade estão no limite da sobrevivência e não aguentam esperar soluções por muito mais tempo. Mesmo as soluções paliativas oferecidas pelo governo, como a suspensão temporário do contrato de funcionário e linhas de crédito não estão resolvendo o problema. A Medida Provisória 936, que permite a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias caduca no próximo dia 9 de junho e a reativação ainda depende de votação no Congresso. As linhas de crédito disponibilizadas estão sendo dificultadas pelos agentes bancárias por falta de garantias dos tomadores. O empréstimo com juros especiais anunciado pelo governador Ibaneis teve pouco mais de 200 tomadores até agora, por causa das exigências de contrapartida. “Tem empresário que está oferecendo imóvel como garantia e mesmo assim o banco, no caso o BRB, não está liberando”, reclama Jael Antônio da Silva, presidente do Sindhobar-DF.
A solução, portanto, é reabrir, mas a decisão esbarra no ônus político do governante, que arrisca receber a culpa da decisão caso ocorra aumento de casos de contaminação. Jael conta que tem se reunido com o Gabinete de Crise do GDF para buscar a reabertura o mais urgente possível, claro, dentro das limitações sanitárias recomendadas. O representante da categoria garante que o segmento alimentício não quer forçar a reabertura sem os cuidados necessários, mas dentro de todos os protocolos de segurança sanitária. “Se tomarmos as medidas recomendadas, ir a um bar ou restaurante terá menos riscos do que ir aos supermercados, que estão todos cheios. Não podemos mais aguardar, é agora ou o segmento vai morrer”.
Jael afirma que, embora alguns estabelecimentos ainda funcionem com delivery, a alternativa é financeiramente viável para apenas uma parcela dos negócios. “O delivery só é rentável para o comerciante que tem sua operação pensada exclusivamente para o online. Além disso, as plataformas de delivery cobram entre 23% a 27% da receita. O que sobra paga apenas o insumo, ou seja, o dono do negócio vende para pagar dívida”, completa.

Restaurantes de Águas Claras
Lorena França dos Santos, da Wine Cestas, conta as dificuldades. “Fechamos no dia 19 de março e trabalhamos agora apenas no takeout e delivery. Mas meu faturamento caiu em 40%. Conseguimos sobreviver apenas mais 2 meses. Tudo o que entra é para a rotatividade da loja, não retiramos nada, mas também não deixamos de pagar nada”.
Márcia Monteiro, do Villa Carioca, reclama dos prejuízos pelas portas fechadas “O Villa Carioca está aberto desde 2013 e nunca fechamos. Tinha 52 funcionários e hoje tenho apenas 8 trabalhando aqui comigo no delivery. Hoje, quem não tem um capital de giro pra segurar esta onda, vai ser difícil sobreviver. Minhas vendas caíram 80 a 85%. Tínhamos um movimento muito bom e sofremos um baque muito grande”. Márcia afirma que não sabe até quanto pode manter o negócio funcionando, mesmo depois de fazer acordos com o proprietário do imóvel e com os fornecedores as datas de vencimento dos boletos.
“Tivemos uma reunião pessoalmente com o governador e ele encomendou estudos da Codeplan, Secretaria de Saúde e outros órgãos para definir a reabertura. E a ideia é estabelecer os critérios para a abertura. A Abrasel apresentou uma sugestão ao governo e estamos aguardando um entendimento”, conta Beto Pinheiro, presidente da Abrasel no DF, e sócio do Coco Bambu de Águas Claras. “O Coco Bambu se adequou à realidade, tornando-se uma empresa de delivery, com toda a nossa capacidade de gestão. Por isso, ainda é uma empresa viável, fora da curva, por ter feito rapidamente o ajuste. Como o Coco Bambu não tem endividamento, temos ainda sobrevida ao longo prazo, ainda que faturemos apenas 30% do que faturávamos”.

Reabertura prevista para 1º de julho

Uma das atividades econômicas que mais tem sentido as consequências da pandemia do coronavírus, a gastronomia finalmente vai reabrir no Distrito Federal no 1º de julho. Representantes do segmento queriam o retorno no dia 25 de junho, mas o governador Ibaneis Rocha argumentou que a preocupação agora é com a disponibilidade de leitos nos hospitais de emergência, que já chegou a 70% da capacidade instalada.
A reabertura foi acertada na semana passada entre Ibaneis e representantes da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no DF (Abrasel-DF) e do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar). Para viabilizar o retorno, o segmento apresentou ao governo um rígido protocolo de segurança para proteger clientes e trabalhadores dos riscos de contaminação.
Uma das exigências é o teste da Covid-19 para todos os funcionários de bares e restaurantes, como foi feito na reabertura de shoppings e feiras.
“É a data limite para a sobrevivência do que vai sobrar da pandemia. A maioria dos bares e restaurantes do DF, principalmente os maiores, não consegue esperar mais do que 15 dias”, prevê Jael Antonio da Silva, presidente do Sindhobar, ao informar que quase 600 casas já fecharam definitivamente no DF e cerca de 10 mil trabalhadores demitidos desde o início do isolamento social, em fevereiro.

Justiça contesta
A Justiça Federal decidiu, neste sábado (20), que o governador Ibaneis Rocha (MDB) deve ficar impedido de decretar a retomada de atividades não essenciais “até nova ordem”.
A medida, assinada pela juíza Kátia Balbino de Carvalho, da 3ª Vara Federal Cível, determina que o GDF apresente, em 10 dias, os números e cenários para a pandemia. A determinação atende a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal, Ministério Público do Distrito Federal e Ministério Público do Trabalho.
O governador afirmou que vai recorrer da decisão.